sábado, 11 de setembro de 2021

Igreja doente (pte.4) - At 4.35

Há culto de oração? Há ministério de intercessão? Há 20% da Igreja numa vigília? Dificilmente, um grupo de oração supera 5 a 8 pessoas. A demanda hoje é por multidão, aglomeração, show, luzes - aliás, exatamente na mesma proporção que a Igreja oferece. Como um povo santo vai buscar oração, testemunho e adoração, se só recebe luzes, fumaça, som alto, show, etc? Um dia, me questionaram do porquê as Igrejas pagam alto cachê aos artistas gospel famosos. Respondi que a própria Igreja aceitou pagar em troca de um punhado de gente, que veio sim, mas já foi, não permaneceu (https://marcioneves67.blogspot.com/2016/08/estrelas-milionarias-igrejas-miseraveis.html). Comprar CD, DVD (original) é uma coisa, pagar cachê para ver o dom de Deus em alguém, tem outro nome. E os falsos profetas ainda estão por aí.

As Igrejas possuem em seu DNA, as missões. Porém, basta dizer esse nome para a Igreja esvaziar. As pessoas ouvem e devolvem o que lhes dão. Eu e minha família só se converteu graças a alguém que se dispôs a vir à minha cidade, amar, evangelizar e converter pessoas. Ministério de missões está sentado em doar cestas básicas (isso quando não dizem que a cesta não é para "vagabundo" desempregado), cobertores (inverno), sopão, cantatas, teatro/musical no Natal e na Páscoa - sim, é emocionante, eu mesmo já fui às lágrimas, mas é exatamente essa a medida: Emoção não salva, não leva ao arrependimento. Aquele que chora e aceita Jesus na emoção, não quer mais quando essa emoção se for.

(leia a continuação)

Igreja doente (pte.5) - At 4.35


Tenho um entendimento diferente em relação à missões, principalmente, no que concerne em doar. Para quem recebe, é ótimo, mas para quem dá, o que fica ou o que você leva? O que fez de relevante ao próximo? Doou o que te sobra? Limpou seu guarda-roupa? Deu porque se acha bom? Em At 4.35 entendo assim: "Distribuíam esses recursos de acordo com a necessidade do outro", ou seja, não é doar cesta-básica para todos, doar dinheiro para todos, cobertor para todos (e ainda dizer que fez a sua parte!). É doar, segundo a necessidade de cada um... Se alguém precisa pagar a conta de luz, o outro precisa de cesta-básica, e o outro, precisa de cobertor. Apenas saciar a fome ou o frio hoje, fará com que amanhã, sintam fome e frio novamente, porque não receberam o pão da vida! Não beberam a água que sacia eternamente! A única solução para quem está doente, faminto e com frio é o arrependimento! E pregar arrependimento é estar debaixo da unção de Jesus, na mesma missão que Cristo, e isso é função da Igreja.

Aliás, é próprio da Igreja "doente" falar só 20 minutos da Palavra de Deus e o resto do tempo (mais de 1 hora) entreter e pedir dinheiro. Nunca, durante esta pandemia, se quis tanto convencer o crente que o dízimo e as ofertas são importantes. Já ouvi quase 25 minutos alguém falar e desaguar no pedido de dízimo/ofertas, apenas para que este crente entenda a necessidade. Existe campanha de tudo para tudo (semana do não-sei-o quê; campanha do óleo ungido, da caneta ungida, do vinho novo, manto ungido, até do cajado de João Batista), esquecendo que o ungido é Cristo, não as coisas. E tudo para que o povo realize o que lhe é imputado: prosperidade (ou enriquecimento). Doentes? Tudo bem, mas a conta bancária tem que ser alta. As viagens para Israel são caras.

Amados, tem muito mais nesta Igreja-mercado, mas não me compete. Até aqui o Senhor me ajudou. Espero, honestamente, que ouçam o que diz o Espírito de Deus às Igrejas.

Amém!

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Teologia do medo (pte.3) - Rm 2.21-24

Interessante que, quando o assunto é dinheiro, muitos ensinos são disseminados, dentre eles, o dízimo e a Salvação. Já ouvi pastores dizendo que quem não der o dízimo não terá Salvação. Na verdade, esses falsos pastores afastam quem busca a Deus, justamente por falarem sobre dinheiro - o verdadeiro cristão fala de gratidão, generosidade, amor, não de dinheiro.

Pior, ainda ameaçam colocando "culpa" sobre quem não der o dízimo falando sobre 3 demônios: o cortador, o migrador e o devorador (Joel 1.4), que simboliza um tempo de decadência espiritual. E não para por aqui, dizem que estes demônios não são expulsos com oração, só saem com dízimo e ofertas.

Soma-se outro verso a este, Ml 3, usado numa exegese grosseira e errada: A inobservância do dízimo daria legalidade aos demônios para deixarem as pessoas pobres e doentes.

Transferência de responsabilidade. É loucura, heresia mesmo. Lobos buscam aquela ovelha ferida, mais velha, que manca, mais nova (sem experiência) justamente para alcançá-la mais facilmente, e aqui, dentro da Igreja, profanam a Palavra de Deus. Esta tem sido a Igreja-mercado, onde vendem de tudo, oferecem o que não tem, seguem a lógica de mamon, onde o dinheiro é tudo. Fazem comércio do povo de Deus ante a doutrinas paupérrimas (II Pe 2.1-3).

São os descendentes espirituais de J.Tetzel. Repito, querido irmã(o): Dinheiro não compra Salvação. Dízimo nunca foi instrumento de libertação.

Ofertas, em sua comunidade de fé é bênção, desde que seja por amor e gratidão por tudo que Deus nos deu, porque Deus observa o nosso coração. Não faça barganha, Deus não precisa do seu dinheiro.

Se faz parte de uma Igreja onde ouve que a oferta e dízimos expulsam demônios da sua vida, corra, saia de lá, procure pessoas tementes ao Senhor, porque debaixo de oração e súplicas, o Espírito Santo de Deus irá direcioná-lo a uma Igreja do Senhor, bíblica.

Eu creio!


NEle, que nos amou, suportou a dor para nos salvar ainda quando éramos pecadores!

Teologia do medo (pte.2) - Rm 2.21-24

Existe algo sendo dito sobre o culto das primícias. Acho bonito um culto no início do ano, consagrando tudo o que Deus nos permitiu, num ato profético, consagrando e tributando a Deus, o que fomos, o que somos e ainda o que seremos. Mas há um equívoco: Não há verdade em oferecer  as primícias da sua renda para que seja abençoado. Muitos que se dizem fiéis retrocedem na fé negando o sacrifício de Jesus na Cruz e adotam práticas judaicas. A cobrança em cima das primícias tem respaldo bíblico?

Alguns pastores afirmam que as primícias são uma semente tão importante que, antes de qualquer doutrina, após a queda de Adão da presença do Senhor, ela existe. Porque? Porque Deus disse que se moveria a favor de Abel, o qual aceitou sua oferta feita de coração, enquanto a oferta de Caim, não.

Ora, necessitamos compreender as Escrituras Sagradas com discernimento espiritual. Dizem que, onde honrarmos a Deus ganharemos Seu respeito. Para mim seria mais um tributo, não uma oferta. Portanto, trata-se de outra heresia.

Como assim, após a queda, a primeira providência divina foi instituir a doutrina das primícias? Leio a Bíblia ininterruptamente e não consigo ler essas coisas... Ninguém é maior que as Escrituras, inventando doutrinas, levando pessoas a desejar o que o seu coração quer, deixando Jesus mais humano e o crente mais santo - carecemos de um salvador! Não são apóstolos ou discípulos, são ferramenta diabólica dentro das Igrejas.

Homens que sobem no púlpito para se comparar a Paulo ou a Pedro. Não é á toa que canais de tv, jornalistas, internet, são tão desejosos de nos verem pelas costas, odeiam os cristãos, e se pudessem, nos colocariam em outro planeta, porque parece mesmo que regressamos à idade média onde o misticismo, a indulgências pagas, a mercantilização da fé e manipulação religiosa deste que se subjugam "pastores/ apóstolos" (?) afastam pessoas com um mínimo de Q.I. das Igrejas do Senhor. E quem quer destruir as obras do Senhor senão satanás?

Em tempos difíceis aos quais vivemos devemos nos voltar para a Palavra de Deus, permitindo que seja a única regra de fé, a praxis, o comportamento, a moral e ética determinada aos que creem, pois só com a verdade combateremos as mentiras, heresias e distorções que tanto nos envergonham.


Sola gratia, sola fide, sola Christus, solo scriptura, solo deo gloria... Amém!

Teologia do medo (pte.1) - Rm 2.21-24

Palavras que saem da boca de pregadores das Escrituras Sagradas, tem me preocupado. A tão propagada maldição hereditária, que ouço há quase 20 anos, amplia a distância de Deus - faz com que as pessoas tenham medo inferno, mas não desejo do céu - maldições mais parecidas com filmes de terror. São pastores manipuladores, quase um assédio moral que usam bordões diabólicos, que nada tem a ver com a Bíblia, para manter sob seu domínio (no caso, através do medo) pessoas crédulas que desconhecem a Deus e a Sua Palavra.

Outro dado interessante são aqueles pastores que ensinam que as orações são respondidas por Deus apenas se houver uma oferta (dada onde ele congrega, claro). A quem houve essas barbaridades, que nada tem a ver com as Escrituras Sagradas, digo: "Sai dela povo meu para que não sejas participante dos seus pecados e não incorra nestas pragas" (Ap.18.4), dito em referência à Igrejas que misturaram o divino com o profano, a verdade com a mentira. Procure, como diz um pastor que gosto, uma Igreja bíblica, não frequente uma Igreja apenas porque ela é perto da sua casa, frequente uma Igreja bíblica. Caso contrário, será conduzido à via fácil, às portas largas, distante do Senhor e da Sua Palavra - porque a vida com Cristo é Cruz.

Entenda de uma vez por todas, queridos: Deus é o nosso abençoador. Ele não dá a benção em troca de dinheiro, quem precisa de dinheiro para sobreviver somos nós, seres humanos, Deus é espírito, não precisa de dinheiro, velas, imagens, galinha preta na encruzilhada, farofa, tudo isso é de César, mas não esqueça de dar a Deus o que é de Deus!

Isto são heresias! Lobos pregam inverdades porque estão querendo a sua alma. Falsos mestres foram preditos na Bíblia (Mt 7.15). 

O que Deus disse à serpente (satanás) no Éden?

- "Maldita serás, do pó viverás e comerás" (Gn 3.14)

E como Deus nos formou?

- "E formou Deus o homem do pó da terra" (Gn 2.7)

Assim, satanás vive da nossa alma, nossa essência é pó, de onde a serpente se alimentará.

Pessoas que conheceram a Palavra e a distorcem são falsos mestres, trocaram o servir por ser servido, e disseminam um falso evangelho, doutrina de qualquer outro vento, menos o sopro divino que dá a vida. 

Que Deus abençoe a todos que leem, amém!

Ungido, só Cristo - Gl 3.28

Certo dia li que determinado pastor traria uma palavra ungida à Igreja. isso me instigou a escrever sobre o que é unção. A sigla XPTO é algo que falamos comumente para nos referir e designar algo genérico, pouco conhecido, indefinido. Mas o interessante é que XPTO tem origem no grego, significa "ungido" e é a abreviação para Cristo, ou "Christus".

Isto compreendido, digo que acredito piamente que a maioria dos pastores é séria, uma vez que foram revestidos de autoridade de Deus justamente pela unção (de Cristo) sobre eles (ou nós). Sob a proteção e direção divina, esta autoridade dada por Deus pode curar enfermos, entender a Palavra de Deus, a oração alcança, conforta e sara pessoas e enfermidades, segundo o poder concedido, em nome de Jesus - sempre!

Portanto, a palavra "ungido" que na Bíblia se refere a Cristo, obviamente, não é para nós, homens. Existe um cabeça na Igreja. Todos os pastores, portanto, devem estar debaixo dessa unção de Cristo. E é por isso que digo: pastores, nós somos co-pastores, porque o pastor é Cristo.

Apenas para que entendam e não me julguem por desconhecimento: Porque Deus não aceita sacrifício humano? Simples, porque o meu/seu sangue não serve nem para apagar os pecados, não serve para nada. O único sacrifício que Deus aceita é o Seu, na pessoa de Seu próprio Filho, Jesus.

Assim, não existe pastor ou palavra ungida, carro ungido ou algo que você queira denominar como "ungido"! É só Jesus, que está assentado à direita de Deus-Pai, pois Ele é o pastor da Igreja dEle, e nós, estamos debaixo da Sua unção, por isso, só falamos na presença de Deus, oramos e clamamos, em nome de Jesus. Não é no nome do pastor A, B ou C.

Jamais tome o lugar que é de Cristo nem o expulse da Igreja. Cuidado com a cultura da igreja-mercado brasileira voltada para a lógica de mamon. O coronelismo que impera se acampou sobre esta igreja, o líder espiritual de apossou do "cetro" (objeto usado por papas que só saem do cargo ao morrer) e abandonou o cajado (direcionar, exortar as ovelhas).

Quem não se enxerga não sabe o seu lugar, quem tem um líder que se julga "o ungidão" transforma crentes em ovelhas imaturas. Ungido é Cristo, verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, cujo nome é bendito de eternidade a eternidade, e nós, servos de Cristo, estamos debaixo da Sua unção.


Que Deus nos dê cada vez mais, humildade e discernimento, amém!


Meu ministério - Is 61.1-3

Entendi o que significa não se encaixar no ministério. Apesar de estar ali, não cabemos mais, é apertado ou está largo.

Ouço muitas reclamações sobre a liderança, pastores que, acredito, recebam de Deus a direção, ou o propósito da existência da Igreja que dirige, onde alguns (ou muitos?) podem não enxergar dessa mesma forma. Aqui está a Graça, literal, do Senhor sobre nós: um planta, o outro colhe, e a multiforme e Graça do Senhor tem seus meios para que o Evangelho alcance a todos, para que estes estejam indesculpáveis na volta do Senhor, amém.

Foi desta forma que me desliguei da Igreja onde congreguei 16 anos após minha conversão. Tenho 3 alicerces que compõem essa decisão: minha família (que me apóia, diferente do que acontece com a grande maioria dos nossos pastores); o povo de Deus que reconhece o Espírito Santo sobre mim, em várias direções, dons e talentos que, aos poucos, fui enterrando com tanto tempo passado nos bancos sem oportunidades; e a liderança da Igreja, que apesar de nunca mais ter me convidado para nada, onde alguns me diziam que a liderança não queria mesmo alguém que tem o domínio da Palavra de Deus, que honra sua casa, que adquire conhecimento debaixo da sabedoria do Senhor, e até hoje, estuda - Deus não me abandonou, eu sei em quem tenho crido - era convidado não só a pregar como a constituir uma Igreja do Senhor. Sim, um paradoxo. Melhor ter pastores-auxiliares que não questionem do que alguém levantado por Deus denunciando que o lado correto era outro. Enfim, outro ministério. Haverão conflitos, mas compreendo que, se fora da Igreja que congreguei 16 anos, e nunca encurtei minhas mãos ao serviço, as coisas por outro lado estavam borbulhando, meu chamado sendo confirmado, e a minha convicção crescia. Se dentro da Igreja, eu era frio, nada acontecia, fora dela, Deus levantava pessoas para me dizer: "O que está fazendo aqui? Levanta e anda!" - alguns pastores conhecidos e alguns pastores que nada sabiam da minha vida.

Mas entendi, graças a Deus. A foto acima é exatamente como me sentia há pelo menos 5 anos. Nos últimos anos acirrei minhas orações, me dediquei aos estudos das Escrituras Sagradas, finalizei meu Seminário Teológico (presencial) e esperei com paciência no Senhor, onde jamais desonrei a liderança espiritual, por crer que toda autoridade foi imposta por Deus, portanto, qualquer acinte, estaria ferindo princípios de Deus, não as pessoas.

As experiências foram se acumulando e fui convidado a estar junto à liderança de uma nova Igreja. E assim será. A documentação já fora enviada, procuro aos poucos um galpão ou local apropriado e continuo aguardando, debaixo da admoestação e exortação de Deus. O que me dá a certeza deste caminho é que nunca ouvi de Deus "Saia dessa Igreja"; "Monte a sua Igreja", pois nunca quis sair. O Espírito Santo está sobre mim e me ungiu pregar o Evangelho aos mansos, restaurar o coração dos contritos, libertar os cativos, e bradar o ano aceitável do Senhor para a consolação dos desolados (Is 61.1,2).

Deus me deu direções durante estes últimos anos, como fazer, o que não dizer, onde ir, distribuição de ministérios, e principalmente, os propósitos desta nova Igreja da qual estou participando desde o seu nascimento. Certa vez me acordou de madrugada e escrevi 4 (quatro) folhas de sulfite sobre os planos de Deus para a Igreja que Ele gostaria que eu liderasse.

Nunca pensei que isso aconteceria, amava a Igreja e as pessoas onde servi tantos anos, mas os caminhos são do Senhor, não meus. Eu tentei, insisti, mas a visão que Deus me deu do Evangelho permitiu apenas que enxergasse uma Igreja relevante, social, missionária em seu DNA, e acima de tudo, longe da Igreja-mercado ao qual a grande maioria das Igrejas se tornou (pretas, som alto, só novos convertidos, música pop, luzes, dinheiro, fumaça). Mesmo nas Igrejas onde a teologia da prosperidade (?) é difundida, usando a Palavra de Deus em seus versos aleatórios, acredito que há pessoas buscando sinceramente a Deus. É Jesus quem separará os bodes das ovelhas (Mt 25).

Quero sim, ser uma Igreja relevante socialmente, colocando em prática a Igreja primitiva de Atos 2.37-47:

- Aos perdidos, a Salvação de Cristo; Arrependimento para perdoar os pecados; Batismo; Receber o dom do Espírito Santo para serem usados na comunhão dos irmãos da Igreja; Extensivo a todos que estão longe dos caminhos do Senhor; Aceitar a sã doutrina e amar a ponto de repartir o que têm, onde tudo é de todos; Amor, temor do Senhor para que sinais e maravilhas sejam vistos; Comunhão entre os irmãos; Repartir, segundo a necessidade (específica) de cada um; Perseverar em oração, vigílias, repartir alegrias, sanar a fome e necessidades com um coração contrito a Deus; Louvar e adorar a Deus para que sejamos cartas vivas, testemunhas lidas por aqueles que ainda não creem; Ser uma Igreja para os que não gostam da Igreja, e ser Igreja do Senhor para aqueles de quem a Igreja não gosta.

E o mais importante: Jamais esquecer que, quem dá o crescimento não é quem planta ou quem colhe, mas o Senhor, o maior interessado em ver as pessoas alcançarem a Salvação através da fé em Cristo Jesus.


E assim, amados, conto com suas orações. Que Deus seja louvado em todo tempo!

Amém.